#QUEMFEZSUAROUPA - o lado humano da moda

Atualizado: Set 14

O cuidado e a justa remuneração das nossas costureiras são pilares essenciais na NINNA. Então, que tal conhecer um pouco melhor sobre #quemfazsuasroupas?


O Global Slavery Index (Índice de escravidão global), publicado anualmente pela fundação Walk Free, estima que 40 milhões de pessoas vivam hoje em algum regime de escravidão e que a moda é o segundo setor que mais explora. No Brasil, são quase 370 mil pessoas. Pra nós, é muito importante o cuidado e a justa remuneração das nossas costureiras. Então, que tal conhecer um pouco melhor sobre #quemfazsuasroupas?

“Eu amo o que faço. Sinto tanta satisfação em saber que eu posso concluir um trabalho que embeleza e traz alegria pra quem veste.”

Neide Guerra

A Neide é modelista e faz também as peças-piloto (as primeiras peças físicas a partir do desenho no papel) da NINNA. Ela é a responsável por costurar os biquínis Júlia e Bela, as saias Taci e os maiôs Renata. "Eu amo o que faço. Sinto tanta satisfação em saber que eu posso concluir um trabalho que embeleza e traz alegria pra quem veste.", diz.

Ela deixa claro a gratidão por quem ensinou a fazer aquilo que tanto ama: "Aprendi a costurar com minha avó materna e depois aperfeiçoei com alguns bons amigos que me auxiliaram". Legal, né? Só podemos ficar muito felizes em ter a Neide com a gente nos ajudando a construir a história da NINNA.




Katia Cortez

A Katia costurou muitos modelos da NINNA. Entre eles os biquínis Marina, Jacque, Camila e Rafaella, os bodies Vic e Laura e o cropped Ingrid. Mesmo com tanto trabalho, ela lamenta que a profissão da costureira ainda não seja tão valorizada por outras marcas. "Mas quando somos reconhecidas, vemos as peças nas passarelas e nas lojas, a gente se sente importante. Eu torço pelo sucesso de tudo o que faço." diz. Ela contou pra gente que ama trabalhar com moda, pois "une sentimento, conforto e beleza - e quando a peça fica perfeita é uma grande realização." Katia, que nossa parceria continue gerando muita realização pra você!





José Waldir

As mulheres são maioria no mercado de costura. Mas o Waldir, com muito talento e esforço, sempre se destacou neste trabalho: "Fui criado em uma família que já trabalhava com costura. Aos 12 anos, comecei a trabalhar em uma fábrica pregando botões. Então, com 14/15 anos fiz um curso de modelagem e continuei aprendendo com meus irmãos mais velhos". Hoje, com 52 anos, tem seu próprio ateliê - onde faz os desenvolvimentos - e uma oficina. Lá foi onde ele costurou os nossos kaftans Sandra e as saias pareo Andressa. Ele contou pra gente que a parte mais especial do seu trabalho é ver as pessoas se sentindo bonitas. Waldir, concordamos com você... contribuir para aumentar a auto estima das pessoas é uma parte incrível do processo, mesmo!



Judith

A Judith é modelista e contou pra gente que precisa de muito conhecimento para fazer a modelagem de uma peça. "No momento em que eu olho o desenho que a estilista me entrega, eu monto aquilo em 3D na minha cabeça. Eu visualizo a peça pronta e o que eu tenho que fazer pra chegar lá. É uma visão espacial necessária. Se você não consegue enxergar o todo, você não consegue fazer as partes. Pra mim, isso é o mais incrível de modelar." Ela aprendeu a costurar sozinha, aos 13 anos, por causa de uma característica que é o oposto da que ela tem hoje para os modelos saírem perfeitos: a falta de paciência. "Na época, minha madrinha me dava de presente apenas o tecido e eu não tinha a paciência de esperar a costureira buscar o tecido na minha casa e depois ainda fazer os modelos. Então, eu pegava alguma roupa que gostava, cortava o molde em papel de jornal e fazia minhas próprias roupas. No começo, eu aprendi sozinha. Depois, fiz alguns cursos e hoje eu trabalho com um método que eu desenvolvi pra mim". Muito talentosa, né?


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